Uma palavra mil sentidos, ficas à volta e à volta, pensas, será que foi entendido como queria? será que não? A dúvida abate-se sobre o teu ser, receio, insegurança, mas para quê se tudo flui? Receio de perder e nunca mais ver talvez… Corriges, tentas corrigir, para quê? Deixa o racional de lado, aqui conta o sentido e só uma coisa faz sentido! A irracionalidade apodera-se do nosso ser, para quê contrariar algo… lá está, irracional, espontâneo, único.
Balbucias palavras só por balbuciar, tentas ordenar os pensamentos, transmitir adequadamente aquilo que te arde e consome cá dentro, não consegues transmitir nem metade daquilo que estás a sentir de tão grandioso e especial que é , e será.
A procura por aquele momento incessante, intenso, único, que só uma chave, um elemento, um ,e só um o consegue causar, que nunca tem fim querendo que seja infinito, sem barreiras… pára o tempo! Não dá!
Une-te num só, e perdemo-nos no infinito , o gesto chega lá, torna-se imaterial, o cheiro fica, vagueando num oceano só NOSSO.

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